Tudo sobre Engenharia Elétrica: curso, carreira e mais

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Você já conhece a Graduação de Engenharia Elétrica? Este é um curso inserido em um campo amplo, que garante diversas oportunidades de trabalho!

Segundo o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, o sistema elétrico brasileiro deve gerar 436 mil novos empregos diretos até 2026, com destaque para área de transmissão e de energias renováveis. 

E, de acordo com o Educa Mais Brasil, em pequenas, médias e grandes empresas, o salário de um Engenheiro Elétrico pode variar de R$ 3.500 (Trainee em pequenas empresas) e chegar a quase R$ 12 mil (Sênior em grandes empresas).

Para você saber tudo sobre o curso de Engenharia Elétrica, o blog do Claretiano preparou um texto completo acerca da Graduação e da carreira!

Vamos nessa?

O que ensina o curso de Engenharia Elétrica?

A graduação de Engenharia Elétrica garante ao aluno a habilitação de bacharelado, e ele tem a duração de cinco anos

O curso está inserido em um campo amplo e dinâmico que abrange o estudo, o projeto, a implementação e a operação de sistemas elétricos

Ao longo da Graduação, os estudantes vão ter uma grade com disciplinas básicas de matemática, física e ciências da computação, entre outras mais específicas, que podem incluir comandos elétricos, conversão de energia, eletrônica digital e instalações elétricas industriais.

Este é um curso que combina prática e teoria, a fim de preparar os alunos para o mercado profissional.

O que é preciso cumprir para ter o diploma?

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Engenharia, esta Graduação prevê a realização obrigatória de um projeto final de curso, conhecido como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

As DCNs também colocam o estágio como um componente curricular obrigatório, o qual deve estar previsto no projeto pedagógico de Engenharia Elétrica, com carga horária mínima sugerida de 160 horas.

Para conseguir o diploma, portanto, o estudante deve cumprir diversas atividades, incluindo as disciplinas, as atividades práticas e de laboratório, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o estágio obrigatório.

Como surgiu o curso?

Segundo a Sociedade Engenheira de Mineiros (SEM), o primeiro curso de Engenharia Elétrica no Ensino Superior surge em 1913, com a criação do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (IEI), federalizado em 1956 e transformado na Escola Federal de Engenharia de Itajubá (Efei) em 1968.

Com o passar dos anos e os avanços tecnológicos, a Graduação ganhou espaço em todo o país, e se tornou uma área de grande interesse das Engenharias.

O que faz a profissional da área?

Neste campo, é possível atuar em diversas funções e áreas, desde a geração e distribuição de energia elétrica até o desenvolvimento de softwares e sistemas.

O profissional pode projetar, implementar sistemas elétricos, além de desenvolver tecnologia e geração de energia elétrica. 

Isso porque são diversas habilidades desenvolvidas em um curso da área, que vão além das mais conhecidas, como raciocínio lógico, física e matemática

Conhecimentos de circuitos eletrônicos e digitais, informática e programação de microcontroladores e computadores, automação e robótica também aparecem ao longo da Graduação de Engenharia Elétrica. 

As principais áreas de atuação do engenheiro eletricista são:

  • Com energia, em usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solares, desenvolvendo projetos e sistemas eficientes;
  • Automação industrial;
  • Área eletrônica; 
  • Com sistemas de potência;
  • Em cargos e funções de computação, incluindo produção de hardwares e de componentes, sistemas e circuitos para computadores;
  • Telecomunicações.

Além do diploma emitido por uma instituição de Ensino Superior, credenciada pelo Ministério da Educação (MEC), o engenheiro elétrico precisa garantir um registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) de seu estado.

Quanto ganha o profissional da área?

O salário varia de acordo com diversos fatores, como nível de experiência, área de atuação, local de trabalho, empresa empregadora e tipo de cargo.

No entanto, em média, um engenheiro eletricista formado no Brasil pode chegar a ganhar R$ 7.500,00 por mês, assemelhando-se ao piso salarial previsto de R$ 7.229,34. A remuneração para o engenheiro elétrico é regulamentada pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

De acordo com a lei, este profissional, em uma carga de 6 horas por dia, deve ganhar seis vezes o valor do salário mínimo do país

Qual é o perfil do engenheiro eletricista?

Algumas das características previstas para a profissão são:

  • Afinidade com matemática e física;
  • Bom raciocínio lógico; 
  • Interesse em resolução de problemas complexos;
  • Apreço por grandes desafios;
  • Vontade de desenvolver soluções inovadoras para desafios técnicos;
  • Ter facilidade para o trabalho em equipe;
  • Não desistir fácil – ser persistente faz a diferença;
  • Ter curiosidade e interesse em tecnologia.

Por que escolher engenharia elétrica?

A importância do engenheiro eletricista se destaca nos mais diversos setores, seja ele de infraestrutura básica para o fornecimento de energia, ou no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos destinados à automação.

Além disso, é uma profissão desafiadora e gratificante que oferece diversas oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional. Se você tem habilidades matemáticas e gosta de trabalhar com tecnologia, essa pode ser a carreira ideal para você! 

Como é o curso de Engenharia Elétrica do Claretiano?

No Claretiano, o Projeto Político Pedagógico de Engenharia Elétrica está alinhado com as diretrizes curriculares nacionais e a legislação pertinente à formação de bacharéis desta área. Por essa razão, o curso conta com uma estrutura curricular de dez semestres, que contempla disciplinas teóricas e práticas

Por meio do seu plano pedagógico, esta graduação aborda as competências necessárias para a formação dos alunos, e traz conteúdos que desenvolvam essas habilidades. 

Além disso, oferece uma proposta curricular que valoriza a construção do conhecimento dos alunos no processo de ensino e aprendizagem.

A implementação das políticas institucionais no curso começou com a concepção do Projeto Político Pedagógico, que é guiado pela Missão Institucional, pelo Projeto Educativo Institucional e pelo Plano de Desenvolvimento Institucional, com o objetivo de formar profissionais capacitados para atuar na área.

Espaço para pesquisa e extensão

Apoiando-se nos Projetos de Extensão Universitária e Iniciação Científica, Estágios Supervisionados e participação em Ações Sociais, o curso busca equilibrar os investimentos na melhoria da qualidade do ensino, na pesquisa científica e nas ações extensionistas e comunitárias.

Essas ações também visam promover a integração entre pesquisa, ensino e extensão, incluindo o desenvolvimento de atividades de Iniciação Científica com a criação de novos projetos em linhas de pesquisa definidas pela Instituição

Ainda, busca contribuir com investimentos na promoção de eventos científicos e na criação de meios de publicação científica destinados a professores e alunos.

Reconhecido pelo MEC

O curso é reconhecido pela Portaria MEC/SERES nº 307 de 23/04/2015, publicada no D.O.U. de 24/04/2015. Renovação de reconhecimento nos termos do art. 26, da Portaria MEC nº 1.095, de 25/10/2018, DOU nº 207, Seção 1, p. 32, de 26/10/2018. Processo nº 201909469.

Ele é oferecido na modalidade presencial, no Claretiano Centro Universitário, em Rio Claro

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